Participe!

O Núcleo de Humanização, Arte e Saúde abre inscrições todos os semestres, nas primeiras semanas do semestre de forma presencial e online. Todos os interessados, vinculados ou não a universidade, estão convidados a participar do Núcleo.

Processo de formação

Os participantes dos projetos filiados ao Nuhas passam por processo de formação básico com duração de um semestre. Esta formação visa o desenvolvimento de conhecimentos sobre os ambientes específicos de atuação, domínio de técnicas ligadas à arte, expressão corporal e desenvolvimento de habilidades interpessoais e sociais. Esta formação inicial é de caráter geral, isto é, visa habilitar para engajamento em qualquer um dos projetos integrantes do Núcleo.

Durante a formação inicial os participantes podem, a critério da coordenação, participar de visitas, como observadores. Ao final do semestre o participante escolhe, então, o campo onde se dará sua atuação no segundo semestre de sua participação. Já atuando no trabalho de campo, os participantes continuam em processo de formação, agora de caráter dual, parte no âmbito do projeto específico de sua atuação e
parte nas atividades integrativas do Nuhas. Esta estratégia visa congregar todos os participantes de todos os projetos, não deixando que os grupos se isolem. A formação, neste nível, inclui reuniões semanais de práticas, planejamento e avaliação programática.

Público Alvo

O projeto Núcleo de Humanização Arte e Saúde considera como público a ser atingido, os usuários do sistema de saúde que recebem atenção direta; seus familiares ou acompanhantes, que presenciam e muitas vezes toma parte ativamente das ações; e os profissionais dos serviços, que recebem as visitas dos projetos filiados ao Núcleo e também entram em contato com as ideias, filosofia e práticas do projeto através das articulações do trabalho. Mas também são objeto do trabalho do Núcleo os participantes – estudantes e professores da UFSCe membros da comunidade – que, ao passarem pelo processo de formação, aprimoram seu papel como profissionais mais humanizados e humanizadores, e adquirem habilidades no manejo da arte como ferramenta para a promoção da saúde dos usuários e para o desenvolvimento do Sistema Único de Saúde.